
Python de A a Z: Padrões de projeto
por Tiago Silva
Os padrões de projeto clássicos e os que aparecem em todo projeto, escritos como o Python os escreve: a versão clássica, a pythônica, quando não usar e o custo medido.
- Páginas
- 546
- Idioma
- Português
- Publicação
- 10/2026
- Versão do Python
- 3.15
- Formatos
- Impresso e e-book (ePub)
Sobre este livro
Padrões de projeto do jeito que o Python escreve
Os padrões de projeto nasceram em linguagens como C++ e Java, e muita gente os copia para o Python sem adaptar, gerando código verboso e pouco pythônico. Este volume mostra, para cada padrão, o problema que ele resolve, a versão clássica de orientação a objetos, a versão pythônica (muitas vezes bem menor, com funções, decoradores e protocolos), quando não usar e o custo medido de cada uma.
Você percorre os padrões de criação, estruturais e comportamentais, os compostos (como o MVC) e os do dia a dia que o catálogo clássico não traz: Object Pool, Null Object, Repository e Unit of Work, Specification, Registry e injeção de dependência. O livro termina com um guia para escolher o padrão certo, e para reconhecer quando a melhor escolha é não usar nenhum.
Em entrevistas e revisões de código para vagas plenas e sêniores, falar a linguagem dos padrões é o que mostra maturidade: é o vocabulário comum de quem projeta sistemas. Entender o porquê de cada um, e não só o nome, é o que fecha a formação de um especialista Python completo.
Por onde começar
Se você nunca programou, comece pelo Volume 1. Este volume pressupõe o Python do dia a dia dos Volumes 1 e 2 (classes, herança, Protocol, decoradores, geradores e dataclass) e noções de testes e tipagem do Volume 3. Se você já tem essa base, pode começar direto por aqui. Cada capítulo traz uma ficha com os pré-requisitos exatos. Os cinco volumes formam a coleção completa, mas cada um se sustenta sozinho.
O que você vai aprender
- Reconhecer o problema que cada padrão resolve, e quando ele só atrapalha
- Criar objetos sem acoplar o código ao concreto: Factory Method, Abstract Factory, Builder, Singleton, Prototype e Object Pool
- Combinar objetos em estruturas: Adapter, Facade, Decorator, Composite, Proxy, Bridge e Flyweight
- Distribuir responsabilidades: Strategy, Observer, Command, State, Iterator, Visitor, Interpreter e outros
- Aplicar os padrões do dia a dia: Null Object, Repository e Unit of Work, Specification, Registry e injeção de dependência
- Comparar a versão clássica com a pythônica, com o custo medido de cada uma
- Escolher o padrão certo, e reconhecer quando a melhor escolha é nenhum
Sumário
32 capítulos. Toque em um item para ver do que ele trata.
1O que São Padrões de Projetop. 45
2Factory Methodp. 61
3Abstract Factoryp. 75
4Singletonp. 87
5Builderp. 101
6Prototypep. 113
7Object Poolp. 125
8Adapterp. 143
9Facadep. 155
10Decoratorp. 167
11Compositep. 181
12Proxyp. 195
13Bridgep. 209
14Flyweightp. 221
15Strategyp. 239
16Observerp. 251
17Commandp. 265
18Template Methodp. 279
19Iteratorp. 293
20Statep. 307
21Chain of Responsibilityp. 321
22Mediatorp. 335
23Mementop. 351
24Visitorp. 367
25Interpreterp. 385
26Padrões Compostos: MVCp. 407
27Null Objectp. 425
28Repository e Unit of Workp. 445
29Specificationp. 465
30Registry e Pluginsp. 485
31Injeção de Dependênciap. 505
32Conclusão: Escolhendo o Padrão Certop. 525
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